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segunda-feira, 15 de março de 2010

Decanter prepara um show de lançamentos para a Expovinis

A Decanter irá à ExpoVinis Brasil, este ano, com um show de novidades. Em 2010, o foco da importadora está voltado principalmente para a Península Ibérica onde, além dos atuais 21 parceiros, chegam vinhos de mais 8 novos produtores. A Decanter está agregando 115 novos rótulos à sua seleção de qualidade. Além de Portugal e Espanha, os vinhos vêm de parceiros tradicionais e de outros 13 novos produtores da Itália, da França, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia. Na ExpoVinis, o público poderá provar boa parte dessas novidades. Elas serão lançadas na feira. E poderá provar também cerca de outros 300 rótulos do exclusivo portfólio Decanter.

Da Espanha chegam os brancos intensos do renomado produtor José Pariente, da Rueda, cuja matéria-prima principal é a uva Verdejo. Chegam os tintos da Amaren, da Rioja, e da Bodegas Pieque, de Bierzo – onde brilha a casta Mencìa. Entre os novos vinhos de produtores tradicionais estão os vinhos Strabon, do produtor Gil Luna.

De Portugal serão levados à ExpoVinis os refrescantes vinhos Verdes da Quinta de Gomariz, do Minho. Uma vinícola cujos vinhos, elaborados com castas como a Loureiro e Alvarinho, revelam excelente relação preço/prazer. Estão a caminho do Brasil os vinhos da vinícola Alentejana Dona Maria. Tintos e brancos frescos e minerais, com potência e classe impecáveis.

Da Itália, merecem destaques, entre as novidades, os vinhos da Rocca delle Macìe e da Tenuta Podernovo, da Toscana; e também os brancos do produtor Pieropan, da região de Soave, no Vêneto. Pieropan é apontado pela crítica especializada internacional como um dos maiores produtores de Soave e de brancos da Itália. Seus vinhos, elaborados com a casta autóctone Garganega, poderão ser conhecidos no estande da Decanter, ao lado de outras novidades italianas como os vinhos tranqüilos da Araldica, do Piemonte, e os tintos da Boscarelli, de Montepulciano.

Da Alemanha, serão colocados em degustação vinhos de três novos produtores de peso: Grans-Fassian, do Mosel; Franz Künstler, de Rheingau, e Hermann Dönnohoff, do Nahe. Os dois primeiros integram a VDP – Verband Deutscher Prädikatsweingüter, o seleto grupo dos 200 melhores produtores de vinhos da Alemanha. O trio, ao lado de Eugen Muller, do Pfalz, integra o time de produtores que a Decanter pretende tornar a melhor seleção de vinhos alemães do Brasil.

Com tantas novidades, a Decanter não trará produtores para a feira e deixará que os vinhos falem por seus criadores. Os vinhos, a exemplo do ano passado, serão apresentados aos participantes da feira pelos diretores da Decanter, Adolar e Edson Hermann, e pelo corpo de sommeliers da importadora, comandado por Guilherme Corrêa, sommelier bicampeão no Brasil, pela Associação Brasileira de Sommeliers - ABS, e também o melhor sommelier da America Latina pela Alianza Panamericana de Sommeliers (APAS), filiada à Association de la Sommellerie Internationale (ASI).

Guilherme Corrêa e os diretores da Decanter estarão no estande da Decanter, em tempo integral, prestando todas as informações sobre os vinhos e produtores. Uma fórmula de sucesso, que promete se repetir este ano.

Fonte: João Lombardo/Assessor de imprensa da importadora Decanter

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Enotecas Decanter e Guilherme Corrêa entre os melhores do Brasil pela revista Meininger’s

A rede de Enotecas Decanter e o sommelier Guilherme Corrêa obtiveram duas importantes vitórias numa pesquisa realizada pela revista Meininger´s Wine Business Internacional, respeitada publicação internacional dedicada aos negócios do vinho. Sob o título de Who’s who in Brazil (a Who’s who é uma seção fixa da revista) , a Enoteca Decanter foi eleita a melhor loja especializada em vinhos (Best Specialist Retailer) do país. E Guilherme Corrêa, que atua junto à Decanter Importadora e às Enotecas Decanter, obteve mais uma conquista, tendo sido apontado como o melhor sommelier (Best Sommelier) do Brasil.

O resultado da pesquisa realizada junto a pessoas da área de vinhos, no Brasil, foi publicado em duas páginas, na edição de agosto da Meininger´s Wine Business Internacional, distribuída em mais de 40 países. O trabalho foi coordenado por Simon Tarmo. A pesquisa identificou, dentro de sete categorias, os principais personagens e empresas que atuam no cenário do vinho brasileiro. A matéria apresenta também um panorama e aponta perspectivas para o consumo de vinhos no país.

As vitórias de Guilherme Corrêa como sommelier bicampeão brasileiro pela Associação Brasileira de Sommeliers – ABS, como melhor sommelier da América Latina e terceiro melhor das Américas, pela Association de la Sommellerie Internationale – ASI foram citadas pela revista. Esse título acrescenta mais um reconhecimento internacional ao portfólio do sommelier mineiro que atua junto à Decanter e que vai representar o Brasil, em abril do próximo ano, na disputa pelo título de Meilleur Sommelier du Monde, que acontecerá no Chile.

A Meininger’s fala da ligação entre as Enotecas Decanter e a importadora Decanter. A revista resgata o início do projeto, em 2005, com a abertura da primeira Enoteca Decanter, em Belo Horizonte. O projeto contemplou restaurante e espaço para wine education. A revista fala em mais quatro Enotecas inauguradas desde a abertura de Belo Horizonte, num total de cinco.

Outras três Enotecas foram incorporadas às cinco existentes até a realização da pesquisa da Meininger’s. Hoje são oito Enotecas Decanter, todas com espaço para wine education, algumas com bistrô, outras com wine-bar. Além da de Belo Horizonte, há uma Enoteca em São Paulo capital e duas no interior, em Campinas e Santos. Há uma Enoteca Decanter em Curitiba e outras três em Santa Catarina, nas cidades de Balneário Camboriu, Joinville e Jaraguá do Sul. Outras três Enotecas devem ser inaguradas, ainda este ano, em Marília e Piracicaba, no interior paulista, e em Florianópolis. Isso elevará para 11 o número de Enotecas Decanter. Um projeto que está dando certo e crescendo.

Fonte: João Lombardo/Assessoria de Comunicação da Decanter

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Qualidade e terra dentro de uma garrafa

Os vinhos Caliterra estão em nova fase. Importados e distribuídos agora com exclusividade pela Decanter, eles refletem o trabalho de uma vinícola moderna e bem estruturada, que produz vinhos de alta qualidade, em vários níveis. São 16 rótulos, distribuídos em quatro linhas, onde está incluído o Cenit 2005, o top da empresa. Vinhos elaborados com castas francesas, em conjugação com os terroirs do Chile.

A Caliterra tem 288 hectares de vinhedos no coração do Valle de Colchágua. Ali brotam e amadurecem perfeitamente uvas Cabernet Sauvignon, Carménère, Shiraz, Merlot e Malbec utilizadas na produção dos vinhos tintos da vinícola. As uvas brancas Chardonnay e Sauvignon Blanc são cultivas nos Valles de Curicó, Maipo e Casablanca. Os sistemas de cultivo contemplam métodos biológicos, o uso mínimo de fertilizantes e defensivos químicos, a prática de uma agricultura de precisão e conceitos de produção limpa.

Quatro linhas, 16 vinhos

Quatro linhas de vinhos compõem o conjunto de vinhos da Caliterra. São as linhas Reserva, Tributo Single Vineyard, Edición Limitada e o Cenit, o vinho top da empresa. A vinificação conta com o trabalho do prestigiado enólogo Sérgio Cuadra, profissional com grande experiência na arte de produzir vinhos, que já trabalhou com Jacques Lurton e chefiou a elaboração dos vinhos premium da gigantesca e conhecida vinícola Concha y Toro.

A linha Reserva Caliterra engloba quatro tintos, dois brancos e um vinho rosado. Os tintos de Cabernet Sauvignon, Carmenère, Merlot e Shiraz estagiam por 10 meses em barricas de carvalho francês e americano. Entre os brancos figuram um Chardonnay, com rápida passagem por barricas, e um Sauvignon Blanc sem nenhuma madeira.

A linha Tributo Single Vineyard contempla seis rótulos e se traduz em vinhos produzidos a partir de uvas colhidas de vinhedos específicos e únicos. Os tintos de Cabernet Sauvignon, Carmenére, Malbec e Shiraz estagiam por 14 meses em barricas de carvalho francês e americano. O Chardonnay passa oito meses por barricas e o Sauvignon Blanc estagia, parte em tanques de inox e parte do vinho também em barricas de carvalho.

Dois rótulos integram a linha Edición Limitada, formada por vinhos de corte ou assemblage. São eles o Carménère-Malbec e o Shiraz-Cabernet-Viognier. Ambos estagiam 14 meses em barricas de carvalho francês e americano. Mas, diferentemente da linha Tributo Single Vineyard, esses vinhos expressam a rigorosa seleção de uvas colhidas nas melhores parcelas dos vinhedos da Caliterra.

O Cenit é um vinho premium com um conceito etéreo. “Cenit faz referência ao ponto mais alto do céu e à busca incessante pela harmonia nos vinhedos Caliterra”, informam os produtores. Um corte de Cabernet Sauvignon, Malbec e Petit Verdot, com passagem de 18 meses por barricas de carvalho francês e americano. Um vinho de meditação, marcado por grande complexidade aromática, belíssima acidez e taninos monumentais. E que, à mesa, pode acompanhar belos cortes de cordeiro e de caças de pelo.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Guilherme Corrêa é o melhor sommelier da América Latina


O mineiro Guilherme Corrêa é o melhor sommelier da América Latina. Ele conquistou o título ao representar o Brasil no I Concurso Mejor Sommelier de las Américas – APAS – Association de la Sommellerie Internationale, realizado no último dia 31 de maio, em Buenos Aires, na Argentina. Na disputa pelo título das Américas, Corrêa ficou em terceiro lugar, atrás das canadenses Élyse Lambert, que levou o primeiro posto, e Véronique Rivest, que ficou em segundo. Como ambas são canadenses, o título de melhor da América Latina ficou com o brasileiro, que também é a partir de agora o terceiro melhor sommelier das Américas. Corrêa, que atua junto à Decanter Importadora, vai representar o Brasil, em abril de 2010, no concurso Meilleur Sommelier du Monde, que acontecerá no Chile.

“O resultado foi muito importante para a sommellerie brasileira, que se colocou na elite das Américas”, afirmou Guilherme Corrêa, depois da prova em Buenos Aires. Participaram do concurso 15 sommeliers que representaram os Estados Unidos, Canadá, Republica Dominicana, México, Venezuela, Peru, Chile, Argentina e Brasil. Corrêa terminou as semifinais em segundo lugar e disputou a final diante de um público de mais de 300 pessoas, que lotaram o salão nobre do Hotel Panamericano, em Buenos Aires. “Não esperava ir para a final deste concurso tão disputado”, declarou o sommelier da Decanter, que precisou dividir os estudos para o concurso com viagens e muito trabalho no Brasil.

O nível dos candidatos era alto e muito equilibrado, informou Guilherme Corrêa. Três nomes eram os favoritos para a grande final: as duas profissionais do Canadá, país cujo nível da sommellerie se equipara ao de nações fortes da Europa, e o representante americano, recém laureado com o título de Master Sommelier , conquistado por apenas 171 profissionais no mundo, desde 1977. Também profissionais experientes em concursos mundiais, do Chile, Argentina e México, estavam firmes na disputa, atrás da vitória ou de uma colocação de destaque.

Ao conquistar o segundo lugar na semifinal, e o direito de disputar a final, Guilherme Corrêa ficou à frente da canadense Élyse Lambert, que acabou levando o título. “Isso, para mim, já foi uma grande vitória”, declarou. As provas das semifinais foram difíceis, conta o sommelier brasileiro. Foram cerca de 70 questões descritivas, com perguntas como qual a principal região produtora de cerveja na China e as principais regiões vinícolas do Paraguai e da Venezuela. Foram degustados dois vinhos, às cegas – Corrêa identificou um deles, o Viognier, acertando inclusive a safra e a origem argentina do vinho. Também foram degustados às cegas outros vinhos e três destilados. Além dos candidatos terem que realizar uma harmonização descritiva de um prato de queijos com dois vinhos. Eles também foram submetidos a uma prova de serviço com decantação, para uma mesa de 10 convidados.

A grande final foi disputada como num "reality show". Cada candidato tinha apenas 31 minutos para realizar, em três mesas, um serviço de completo de espumante, uma harmonização com pratos de um menu escolhido pelos convidados, e um serviço com decantação de um Château Margaux 1982 (na verdade a garrafa era de outro vinho, menos caro). Dentro do tempo, os candidatos degustaram três vinhos às cegas. Guilherme Corrêa conseguiu identificar as uvas e os estilos Novo Mundo de dois dos três vinhos, um Riesling e um Pinot Noir. Degustaram, ainda, cinco líquidos em copos negros intransponíveis – Corrêa conseguiu identificar um Gin, uma Aquavit, e tipificar o líquido do quinto copo, como um vinho fortificado. Além de fazer correções numa carta de vinhos. “O mais importante foi que disputei em condições de igualdade com as canadenses, que ostentam grande bagagem e estrutura de apoio”, comemorou o sommelier da Decanter.

“Consegui honrar a nossa bandeira verde e amarela, me consagrando o ‘melhor sommelier da América Latina’. Gostaria de dividir com toda a sommellerie brasileira essa conquista, certo de que temos ainda muito que fazer para chegar à elite mundial. Mas tenho certeza de que com obstinação, honestidade e profissionalismo, um dia chegaremos lá", declarou o profissional.

Guilherme Corrêa conquistou o direito de representar o Brasil no Mejor Sommelier de las Américas após vencer, em São Paulo, no último dia 21 de março, o VII Concurso Nacional de Sommeliers, promovido pela Associação Brasileira de Sommeliers – ABS. Com a vitória em São Paulo, ele tornou-se sommelier bicampeão brasileiro. Ele já havia vencido o concurso anterior da ABS, realizado em 2006 no Rio de Janeiro. A conquista do bicampeonato, no Brasil, deu também a ele o passaporte para concorrer ao posto de melhor sommelier do mundo, no concurso que será promovido pela AIS, no ano que vem, no Chile.

Fonte: João Lombardo/Assessor de Comunicação da importadora Decanter