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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Seis vinhos catarinenses na lista do concurso Top Ten da Expovinis 2011

Seis vinhos de altitudes de Santa Catarina figuram entre 40 vinhos classificados no resultado do concurso Top Ten da Expovinis 2011, realizada entre os dias 26 e 28 de abril, em São Paulo. Os Top Ten são selecionados por um júri especializado, entre os vinhos apresentados na feira e enviados ao concurso. As vinícolas votadas foram a Quinta Santa Maria, Villa Francioni, Sanjo, Vinhedo do Monte Agudo e Santo Emílio.
Os Top Ten são divididos em dez categorias: Branco Sauvignon Blanc, Branco Chardonnay, Branco Outras Castas, Doce/Fortificado, Tinto Nacional, Tinto Novo Mundo, Tinto Velho Mundo, Rosado, Espumante Nacional e Espumante Importado. Quatro vinhos aparecem listados em cada categoria, entre o primeiro e o quarto lugar. Seis vinhos catarinenses aparecem na lista, em cinco categorias.

São eles: Villa Francioni Sauvignon Blanc 2009 (3) e Sanjo Núbio Sauvignon Blanc 2008 (4), na categoria Branco Sauvignon Blanc); Monte Agudo Terroir de Altitudes Chardonnay 2008 (2), na categoria Branco Chardonnay; Sanjo Maestrale Integrus 2008 (3), na categoria Branco Outras Castas; Quinta Santa Maria Portento 2006 (2), na categoria Doce/Fortificado, e Santo Emílio Leopoldo Cabernet Sauvignon Merlot 2007 (2), na categoria Tinto Nacional.
Quarenta vinhos foram listados, nas dez categorias. Os vinhos produzidos nas regiões da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude – Acavitis somam, portanto, 15% dos vinhos relacionados na lista para Top Ten.

A Acavitis é uma associação de produtores que atuam nas regiões de São Joaquim, Caçador e Campos Novos. Os vinhedos estão localizados acima dos 900 metros de altitude com relação ao nível do mar. Neles estão plantadas apenas castas viníferas. Um novo terroir para os vinhos brasileiros de qualidade.

Fonte: João Lombardo

quinta-feira, 18 de março de 2010

Marca Coletiva ACAVITIS para vinhos de altitude

A Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude de Santa Catarina – ACAVITIS realiza, nos dias 19 e 20 de março, em Florianópolis, a primeira avaliação sensorial para qualificação dos vinhos de altitude que receberão o selo da Marca Coletiva ACAVITIS. A avaliação será feita pelos membros do Conselho Regulador e do Grupo de Degustação, eleitos pela diretoria da ACAVITIS para estabelecer os critérios técnicos e procedimentos operacionais que balizarão a certificação dos vinhos. A avaliação sensorial dos vinhos é um passo fundamental para a consolidação da Marca Coletiva ACAVITIS, um passo importante para a vitivinicultura de Santa Catarina.

“O objetivo da marca coletiva é garantir aos consumidores dos vinhos finos de altitude de Santa Catarina um padrão de qualidade, referendado por seus associados”, afirma o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e assessor da diretoria da Epagri, José Fernando Protas. O pesquisador vem trabalhando há dois anos no projeto da marca coletiva, cujo pedido de reconhecimento foi protocolado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, em dezembro de 2008.

Os vinhos avaliados e classificados no evento serão apresentados pela associação em eventos e mostras de vinhos, ao longo do ano. “Os vinhos certificados atenderão aos padrões de qualidade estabelecidos pelas normas encaminhadas ao INPI” esclarece Protas. “Esses padrões foram fixados com base nas nossas realidades e possibilidades. São padrões tecnicamente possíveis de serem obtidos dado o alto nível dos produtores associados da ACAVITIS”, acrescenta.

As normas fixam, por exemplo, parâmetros para a produção, como a altitude mínima para os vinhedos, de 900 metros com relação a nível do mar; estabelecem também a produção máxima de 6 mil litros de vinhos por hectare de uvas, e a proibição da adição de açúcar ao mosto (chaptalização) para elevar o teor alcoólicos dos vinhos tranqüilos. Os vinhos deverão estar dentro de padrões organolépticos (cor, leque aromático etc) fixados pelo Conselho Regulador e Grupo de Degustação.

Fazem parte do Conselho Regulador nove pessoas, representantes da ACAVITIS, da UFSC, da Embrapa, Epagri e dos consumidores. O Grupo de Degustação é integrado por sete pessoas, representantes da Embrapa, Epagri, ACAVITIS, dos consumidores e da Associação Brasileira de Enologia – ABE.

A certificação não é um concurso, uma competição para escolher o melhor vinho. Todas as amostras encaminhadas serão avaliadas. As amostras serão encaminhadas pelos produtores que querem utilizar o selo. Apenas os vinhos que atenderem aos padrões fixados receberão a certificação da Marca Coletiva ACAVITIS. Quanto aos possíveis vinhos não certificados, isso não significa uma condenação ou atestado de baixa qualidade. Significa apenas que eles não atenderam aos padrões estabelecidos para a obtenção da Marca Coletiva ACAVITIS.

Sob o ponto de vista conceitual, a Marca Coletiva ACAVITIS funciona como os consórcios reguladores europeus. É uma iniciativa a favor do consumidor e da produção de vinhos de qualidade. Um marco na nova fase do vinho catarinense.

Fonte: João Lombardo

quarta-feira, 17 de março de 2010

Quinta Santa Maria lança linha Utopia na Expovinis 2010

A Quinta Santa Maria, vinícola que produz uvas e vinhos em São Joaquim, na Serra Catarinense, irá apresentar, na ExpoVinis 2010, a linha Utopia, formada por tintos e brancos secos. Serão apresentados cinco novos rótulos, dos seis que integram a linha: o Utopia Glamour 2009, um Chardonnay 100%; o Utopia Mosaïque, e Utopia Lote Um, ambos cortes de uvas Cabernet Sauvigon e Merlot com castas portuguesas; O Utopia Noir 2009, um Pinot Noir 100%, e o Gran Utopia, o vinho super Premium da casa, elaborado com uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. Os vinhos serão oficialmente lançados na feira.

A Quinta Santa Maria participará na ExpoVinis no estante da ACAVITS – Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude. Estarão presentes no estande o português Nazário Santos, sócio e administrador da vinícola, e o enólgo Jean Pierra Rosier. Os dois respondem pela produção na Quinta Santa Maria. Rosier é doutor em enologia pela Universidade de Bordeaux e um dedicado pesquisador da vitivinicultura de altitude.

O Portento Tinto e o Portento Branco, dois vinhos fortificados elaborados pela Quinta Santa Maria, também serão apresentados aos clientes na ExpoVinis 2010. Os dois vinhos já estão mercado, ao lado do Utopia 2006. O Portento Tinto 2005 e o Utopia 2006 foram lançados na Expovinis 2007. Em 2009, foi apresentado na feira o Portento Branco. Para manter a tradição, os cinco novos vinhos da Quinta Santa Maria serão lançados na ExpoVinis 2010. O sexto rótulo da linha Utopia, o Purpurata 2009, ainda se encontra nas barricas. Por isso não será levado à feira.

A Quinta Santa Maria é uma vinícola brasileira com alma portuguesa. Ela tem 23 hectares de vinhedos plantados no distrito do Pericó, em São Joaquim, Santa Catarina. As videiras frutificam em altitudes que variam dos 1.180 a 1.400 metros de altitude com relação ao nível do mar. Estão plantadas castas francesas como a Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Chardonnay; a italiana Trebbiano e castas portuguesas, entre elas a Touriga Nacional e a Tinta Roriz. Os vinhedos estão plantados em patamares, à moda do Douro, nas encostas do rio Lava Tudo.

Fonte: João Lombardo

Acavitis apresenta 44 vinhosna Expovinis 2010

A ACAVITIS – Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude irá apresentar este ano ao público da ExpoVinis, 44 vinhos produzidos nas regiões elevadas de Santa Catarina. Eles serão levados à feira por nove, dos 28 produtores que hoje formam a ACAVITIS. São vinhos espumantes, fortificados e tranqüilos, brancos, tintos e rosados. Vinhos novos, de novas safras e novos produtores, que serão apresentado num amplo e confortável estande, de 156 metros quadrados.

Um produtor que fará o seu debut na Expovinis é a Vinícola Kranz, de Treze Tílias, no meio-oeste catarinense. O produtor Walter Kranz estará presente, apresentando ao público seu Kranz Merlot 2008. Kranz foi um alto executivo da Mercedes Benz, tendo morado por anos na China. Hoje, produz vinhos em sua terra natal.
A Quinta da Neve lançará a safra 2008 de seu premiado Pinot Noir. Tanto o Pinot Noir quanto o Cabernet Sauvignon da Quinta foram apontados entre os melhores tintos brasileiros da ExpoVinis, no ano passado, pelo júri avaliador. Este ano, será degustado o Cabernet Sauvignon 2007 e também o Chardonnay 2008. Acari Amorim, um dos sócios da vinícola, estará representando a Quinta da Neve, que foi a primeira a formar vinhedos comerciais em São Joaquim.

Vinícola Suzin, de São Joaquim, também leva novidades à ExpoVinis 2010. Entre elas, o Suzin Zelindo 2008, um vinho super premium que homenageia o patriarca da família, o Suzin Pinot Noir 2009 e o Suzin Rosé 2008. Vinhos que estarão sendo apresentados ao lado do Suzin Cabernet Sauvignon 2007 e do Suzin Merlot 2007. A Suzin foi uma das vinícolas pioneiras no plantio de uvas em São Joaquim. Everson Suzin estará à frente dos trabalhos, na ExpoVinis 2010.

A Quinta Santa Maria também leva novidades à feira. A vinícola de São Joaquim estará lançando 5 novos rótulos, que integram a linha top Utopia. Serão apresentados o Utopia Glamour, um Chardonnay 100%; o Utopia Mosaïque, e Utopia Lote Um, ambos cortes de uvas Cabernet Sauvignon e Merlot com castas portuguesas; O Utopia Noir 2009, um Pinot Noir 100%, e o Gran Utopia, o vinho super Premium da casa, elaborado com uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. Ela também apresentará os fortificados Portento Tinto e Branco e o QSM Blend, outra novidade tinta. Nazário dos Santos, sócio da vinícola, e o enólogo Jean Pierre Rosier estarão presentes no estande.

A Vinícola Pericó, também de São Joaquim, distrito do Pericó, apresenta as novas safras de seus vinhos tranqüilos e espumantes. E traz novidades, como o Cave Pericó Branco Demi-sec 2009 e o Cave Pericó Rosé Demi-sec 2009. Eles serão apresentados ao lado do Cave Pericó Branco Brut 2009 e do Cave Pericó Rosé Brut 2009, ambos de safras novas. E ainda do Taipa Rosé 2009, cujo estilo fez sucesso na ExpoVinis 2009. Wander Weege marcará presença na feira com seu enólogo Jefferson Sancinetto.

A Villaggio Grando, de Água Doce, Caçador, volta à feira com oito vinhos e novidades. Entre elas, o Villaggio Grando Espumante Brut, resultado de um amplo e bem balanceado corte de uvas brancas. Serão levados à feira o Chardonnay 2009 e o Chardonnay Reserva 2008; o Sauvignon Blanc 2009, o Merlot e o Cabernet Sauvignon, ambos da safra 2007. E ainda os vinhos super premium da vinícola, o Innominabile Lote II e o Innominabile Lote III. Mauricio Grando, proprietário da vinícola e ex-presidente da ACAVITS, marcará presença no estande.

A Cooperativa Sanjo, de São Joaquim, também volta à ExpoVinis, depois do grande sucesso de seu Núbio Sauvignon Blanc 2008 na feira do ano passado. Este ano, será apresentado, no estande, o Núbio Sauvignon Blanc 2009 e o Núbio Rosé Cabernet Sauvignon 2009, ambos de safras novas. E o Núbio Tinto Cabernet Sauvignon 2006. Na linha Maestrale, será degustado o Cabernet Sauvignon 2006. Vinhos que reservam surpresas. Diretores da Sanjo estarão presentes no estande.

A Vinícola Santa Augusta, de Videira, apresentará cinco vinhos na feira deste ano. Serão dois espumantes: o Brut Santa Augusta e o Moscatel Santa Augusta. E três vinhos tranqüilos: o Santa Augusta Cabernet Sauvignon/Merlot, o Santa Augusta Rosé e o Santa Augusta Moscato Giallo, um branco agradável e aromático. Vinhos elaborados com uvas plantadas em altitudes de 1 mil metros acima do nível do mar.

Também a Vinícola Santo Emílio, de Urupema, volta à Expovinis. No ano passado, o espumante Stellato Rosé fez sucesso na feira. Este ano, o Stellato estará de volta, ao lado de um novo espumante, o Cellebrato Moscatel. Um vinho com embalagem bonita e muito feminina. Eles serão apresentados pela jovem enóloga Patrícia Poggere, juntamente com o Leopoldo 2006, tinto da vinícola.

Outros produtores também estarão passando pelo estande da ExpoVinis. Muitos deles têm vinhos ainda em processo de produção e, por isso, não os estão levando a feira. Ainda não estão prontos. Mas certamente, o farão no próximo ano.

Entre os produtores que circularão pelo estande está o presidente da ACAVITIS, Eduardo Bassetti. Ele considera muito importante a presença dos produtores catarinense de vinhos de altitude no estande da associação. “A ACAVITIS está consolidando sua ação como associação de produtores. Na ExpoVinis deste ano, nove associados vão expor seus vinhos finos de altitude, fortalecendo uma região nova e promissora”, afirma Bassetti. “Uma região que está apresentando ao mercado vinhos de alta qualidade”, conclui.

Fonte: João Lombardo

segunda-feira, 15 de março de 2010

Decanter prepara um show de lançamentos para a Expovinis

A Decanter irá à ExpoVinis Brasil, este ano, com um show de novidades. Em 2010, o foco da importadora está voltado principalmente para a Península Ibérica onde, além dos atuais 21 parceiros, chegam vinhos de mais 8 novos produtores. A Decanter está agregando 115 novos rótulos à sua seleção de qualidade. Além de Portugal e Espanha, os vinhos vêm de parceiros tradicionais e de outros 13 novos produtores da Itália, da França, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia. Na ExpoVinis, o público poderá provar boa parte dessas novidades. Elas serão lançadas na feira. E poderá provar também cerca de outros 300 rótulos do exclusivo portfólio Decanter.

Da Espanha chegam os brancos intensos do renomado produtor José Pariente, da Rueda, cuja matéria-prima principal é a uva Verdejo. Chegam os tintos da Amaren, da Rioja, e da Bodegas Pieque, de Bierzo – onde brilha a casta Mencìa. Entre os novos vinhos de produtores tradicionais estão os vinhos Strabon, do produtor Gil Luna.

De Portugal serão levados à ExpoVinis os refrescantes vinhos Verdes da Quinta de Gomariz, do Minho. Uma vinícola cujos vinhos, elaborados com castas como a Loureiro e Alvarinho, revelam excelente relação preço/prazer. Estão a caminho do Brasil os vinhos da vinícola Alentejana Dona Maria. Tintos e brancos frescos e minerais, com potência e classe impecáveis.

Da Itália, merecem destaques, entre as novidades, os vinhos da Rocca delle Macìe e da Tenuta Podernovo, da Toscana; e também os brancos do produtor Pieropan, da região de Soave, no Vêneto. Pieropan é apontado pela crítica especializada internacional como um dos maiores produtores de Soave e de brancos da Itália. Seus vinhos, elaborados com a casta autóctone Garganega, poderão ser conhecidos no estande da Decanter, ao lado de outras novidades italianas como os vinhos tranqüilos da Araldica, do Piemonte, e os tintos da Boscarelli, de Montepulciano.

Da Alemanha, serão colocados em degustação vinhos de três novos produtores de peso: Grans-Fassian, do Mosel; Franz Künstler, de Rheingau, e Hermann Dönnohoff, do Nahe. Os dois primeiros integram a VDP – Verband Deutscher Prädikatsweingüter, o seleto grupo dos 200 melhores produtores de vinhos da Alemanha. O trio, ao lado de Eugen Muller, do Pfalz, integra o time de produtores que a Decanter pretende tornar a melhor seleção de vinhos alemães do Brasil.

Com tantas novidades, a Decanter não trará produtores para a feira e deixará que os vinhos falem por seus criadores. Os vinhos, a exemplo do ano passado, serão apresentados aos participantes da feira pelos diretores da Decanter, Adolar e Edson Hermann, e pelo corpo de sommeliers da importadora, comandado por Guilherme Corrêa, sommelier bicampeão no Brasil, pela Associação Brasileira de Sommeliers - ABS, e também o melhor sommelier da America Latina pela Alianza Panamericana de Sommeliers (APAS), filiada à Association de la Sommellerie Internationale (ASI).

Guilherme Corrêa e os diretores da Decanter estarão no estande da Decanter, em tempo integral, prestando todas as informações sobre os vinhos e produtores. Uma fórmula de sucesso, que promete se repetir este ano.

Fonte: João Lombardo/Assessor de imprensa da importadora Decanter

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pieropan, um renomado produtor de Soave, agora na Decanter

A Decanter acaba de receber os vinhos do prestigiado produtor Pieropan, uma das mais importantes e premiadas vinícolas da região de Soave, na Itália. Citado por críticos internacionais, como Jancis Robinson e Oz Clarke, como um dos melhores produtores da região, Pieropan já conquistou, por 17 vezes, os 3 “bicchieri” do respeitado guia italiano Gambero Rosso.

O Soave é um dos brancos italianos mais conhecidos e consumidos no mundo. De um modo geral, costumam ser vinhos leves, cotidianos. Pieropan, no entanto, elabora Soaves de altíssimo nível, também listados entre os melhores brancos da Itália por críticos especializados.

A Garganega é a grande estrela dos Soave Classico. É a matéria-prima de Pieropan. Quatro gerações marcam a vinícola, fundada em 1890. A uvas vêm dos vinhedos colinares de Pigno, Palestrello, La Santa, Calvarino e La Rocca, nos arredores de Verona. Vinhos, com estilo autêntico e marcante, marcam a pura expressão do terroir da região de Soave.

Os vinhos são o Soave Classico DOC 2007 (nota 88 no Parker e Wine Spectator), Calvarino Soave Classico DOC 2006 (nota 92 no Robert Parker e apontado pelo guia D’Agata e Comparini 2010, como um branco “para os verdadeiros experts, o melhor vinho branco da Itália”), La Rocca Soave Clássico DOC 2006 (nota 92 no Robert Parker) e Le Colombare Recioto di Soave DOCG 2006 (também nota 92 no Robert Parker).

Os vinhos já estão disponíveis nas lojas e distribuidores Decanter, a preços promocionais neste mês de março.

Fonte: João Lombardo/Assessor de Imprensa da importadora Decanter

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Enotecas Decanter e Guilherme Corrêa entre os melhores do Brasil pela revista Meininger’s

A rede de Enotecas Decanter e o sommelier Guilherme Corrêa obtiveram duas importantes vitórias numa pesquisa realizada pela revista Meininger´s Wine Business Internacional, respeitada publicação internacional dedicada aos negócios do vinho. Sob o título de Who’s who in Brazil (a Who’s who é uma seção fixa da revista) , a Enoteca Decanter foi eleita a melhor loja especializada em vinhos (Best Specialist Retailer) do país. E Guilherme Corrêa, que atua junto à Decanter Importadora e às Enotecas Decanter, obteve mais uma conquista, tendo sido apontado como o melhor sommelier (Best Sommelier) do Brasil.

O resultado da pesquisa realizada junto a pessoas da área de vinhos, no Brasil, foi publicado em duas páginas, na edição de agosto da Meininger´s Wine Business Internacional, distribuída em mais de 40 países. O trabalho foi coordenado por Simon Tarmo. A pesquisa identificou, dentro de sete categorias, os principais personagens e empresas que atuam no cenário do vinho brasileiro. A matéria apresenta também um panorama e aponta perspectivas para o consumo de vinhos no país.

As vitórias de Guilherme Corrêa como sommelier bicampeão brasileiro pela Associação Brasileira de Sommeliers – ABS, como melhor sommelier da América Latina e terceiro melhor das Américas, pela Association de la Sommellerie Internationale – ASI foram citadas pela revista. Esse título acrescenta mais um reconhecimento internacional ao portfólio do sommelier mineiro que atua junto à Decanter e que vai representar o Brasil, em abril do próximo ano, na disputa pelo título de Meilleur Sommelier du Monde, que acontecerá no Chile.

A Meininger’s fala da ligação entre as Enotecas Decanter e a importadora Decanter. A revista resgata o início do projeto, em 2005, com a abertura da primeira Enoteca Decanter, em Belo Horizonte. O projeto contemplou restaurante e espaço para wine education. A revista fala em mais quatro Enotecas inauguradas desde a abertura de Belo Horizonte, num total de cinco.

Outras três Enotecas foram incorporadas às cinco existentes até a realização da pesquisa da Meininger’s. Hoje são oito Enotecas Decanter, todas com espaço para wine education, algumas com bistrô, outras com wine-bar. Além da de Belo Horizonte, há uma Enoteca em São Paulo capital e duas no interior, em Campinas e Santos. Há uma Enoteca Decanter em Curitiba e outras três em Santa Catarina, nas cidades de Balneário Camboriu, Joinville e Jaraguá do Sul. Outras três Enotecas devem ser inaguradas, ainda este ano, em Marília e Piracicaba, no interior paulista, e em Florianópolis. Isso elevará para 11 o número de Enotecas Decanter. Um projeto que está dando certo e crescendo.

Fonte: João Lombardo/Assessoria de Comunicação da Decanter

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Qualidade e terra dentro de uma garrafa

Os vinhos Caliterra estão em nova fase. Importados e distribuídos agora com exclusividade pela Decanter, eles refletem o trabalho de uma vinícola moderna e bem estruturada, que produz vinhos de alta qualidade, em vários níveis. São 16 rótulos, distribuídos em quatro linhas, onde está incluído o Cenit 2005, o top da empresa. Vinhos elaborados com castas francesas, em conjugação com os terroirs do Chile.

A Caliterra tem 288 hectares de vinhedos no coração do Valle de Colchágua. Ali brotam e amadurecem perfeitamente uvas Cabernet Sauvignon, Carménère, Shiraz, Merlot e Malbec utilizadas na produção dos vinhos tintos da vinícola. As uvas brancas Chardonnay e Sauvignon Blanc são cultivas nos Valles de Curicó, Maipo e Casablanca. Os sistemas de cultivo contemplam métodos biológicos, o uso mínimo de fertilizantes e defensivos químicos, a prática de uma agricultura de precisão e conceitos de produção limpa.

Quatro linhas, 16 vinhos

Quatro linhas de vinhos compõem o conjunto de vinhos da Caliterra. São as linhas Reserva, Tributo Single Vineyard, Edición Limitada e o Cenit, o vinho top da empresa. A vinificação conta com o trabalho do prestigiado enólogo Sérgio Cuadra, profissional com grande experiência na arte de produzir vinhos, que já trabalhou com Jacques Lurton e chefiou a elaboração dos vinhos premium da gigantesca e conhecida vinícola Concha y Toro.

A linha Reserva Caliterra engloba quatro tintos, dois brancos e um vinho rosado. Os tintos de Cabernet Sauvignon, Carmenère, Merlot e Shiraz estagiam por 10 meses em barricas de carvalho francês e americano. Entre os brancos figuram um Chardonnay, com rápida passagem por barricas, e um Sauvignon Blanc sem nenhuma madeira.

A linha Tributo Single Vineyard contempla seis rótulos e se traduz em vinhos produzidos a partir de uvas colhidas de vinhedos específicos e únicos. Os tintos de Cabernet Sauvignon, Carmenére, Malbec e Shiraz estagiam por 14 meses em barricas de carvalho francês e americano. O Chardonnay passa oito meses por barricas e o Sauvignon Blanc estagia, parte em tanques de inox e parte do vinho também em barricas de carvalho.

Dois rótulos integram a linha Edición Limitada, formada por vinhos de corte ou assemblage. São eles o Carménère-Malbec e o Shiraz-Cabernet-Viognier. Ambos estagiam 14 meses em barricas de carvalho francês e americano. Mas, diferentemente da linha Tributo Single Vineyard, esses vinhos expressam a rigorosa seleção de uvas colhidas nas melhores parcelas dos vinhedos da Caliterra.

O Cenit é um vinho premium com um conceito etéreo. “Cenit faz referência ao ponto mais alto do céu e à busca incessante pela harmonia nos vinhedos Caliterra”, informam os produtores. Um corte de Cabernet Sauvignon, Malbec e Petit Verdot, com passagem de 18 meses por barricas de carvalho francês e americano. Um vinho de meditação, marcado por grande complexidade aromática, belíssima acidez e taninos monumentais. E que, à mesa, pode acompanhar belos cortes de cordeiro e de caças de pelo.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Guilherme Corrêa é o melhor sommelier da América Latina


O mineiro Guilherme Corrêa é o melhor sommelier da América Latina. Ele conquistou o título ao representar o Brasil no I Concurso Mejor Sommelier de las Américas – APAS – Association de la Sommellerie Internationale, realizado no último dia 31 de maio, em Buenos Aires, na Argentina. Na disputa pelo título das Américas, Corrêa ficou em terceiro lugar, atrás das canadenses Élyse Lambert, que levou o primeiro posto, e Véronique Rivest, que ficou em segundo. Como ambas são canadenses, o título de melhor da América Latina ficou com o brasileiro, que também é a partir de agora o terceiro melhor sommelier das Américas. Corrêa, que atua junto à Decanter Importadora, vai representar o Brasil, em abril de 2010, no concurso Meilleur Sommelier du Monde, que acontecerá no Chile.

“O resultado foi muito importante para a sommellerie brasileira, que se colocou na elite das Américas”, afirmou Guilherme Corrêa, depois da prova em Buenos Aires. Participaram do concurso 15 sommeliers que representaram os Estados Unidos, Canadá, Republica Dominicana, México, Venezuela, Peru, Chile, Argentina e Brasil. Corrêa terminou as semifinais em segundo lugar e disputou a final diante de um público de mais de 300 pessoas, que lotaram o salão nobre do Hotel Panamericano, em Buenos Aires. “Não esperava ir para a final deste concurso tão disputado”, declarou o sommelier da Decanter, que precisou dividir os estudos para o concurso com viagens e muito trabalho no Brasil.

O nível dos candidatos era alto e muito equilibrado, informou Guilherme Corrêa. Três nomes eram os favoritos para a grande final: as duas profissionais do Canadá, país cujo nível da sommellerie se equipara ao de nações fortes da Europa, e o representante americano, recém laureado com o título de Master Sommelier , conquistado por apenas 171 profissionais no mundo, desde 1977. Também profissionais experientes em concursos mundiais, do Chile, Argentina e México, estavam firmes na disputa, atrás da vitória ou de uma colocação de destaque.

Ao conquistar o segundo lugar na semifinal, e o direito de disputar a final, Guilherme Corrêa ficou à frente da canadense Élyse Lambert, que acabou levando o título. “Isso, para mim, já foi uma grande vitória”, declarou. As provas das semifinais foram difíceis, conta o sommelier brasileiro. Foram cerca de 70 questões descritivas, com perguntas como qual a principal região produtora de cerveja na China e as principais regiões vinícolas do Paraguai e da Venezuela. Foram degustados dois vinhos, às cegas – Corrêa identificou um deles, o Viognier, acertando inclusive a safra e a origem argentina do vinho. Também foram degustados às cegas outros vinhos e três destilados. Além dos candidatos terem que realizar uma harmonização descritiva de um prato de queijos com dois vinhos. Eles também foram submetidos a uma prova de serviço com decantação, para uma mesa de 10 convidados.

A grande final foi disputada como num "reality show". Cada candidato tinha apenas 31 minutos para realizar, em três mesas, um serviço de completo de espumante, uma harmonização com pratos de um menu escolhido pelos convidados, e um serviço com decantação de um Château Margaux 1982 (na verdade a garrafa era de outro vinho, menos caro). Dentro do tempo, os candidatos degustaram três vinhos às cegas. Guilherme Corrêa conseguiu identificar as uvas e os estilos Novo Mundo de dois dos três vinhos, um Riesling e um Pinot Noir. Degustaram, ainda, cinco líquidos em copos negros intransponíveis – Corrêa conseguiu identificar um Gin, uma Aquavit, e tipificar o líquido do quinto copo, como um vinho fortificado. Além de fazer correções numa carta de vinhos. “O mais importante foi que disputei em condições de igualdade com as canadenses, que ostentam grande bagagem e estrutura de apoio”, comemorou o sommelier da Decanter.

“Consegui honrar a nossa bandeira verde e amarela, me consagrando o ‘melhor sommelier da América Latina’. Gostaria de dividir com toda a sommellerie brasileira essa conquista, certo de que temos ainda muito que fazer para chegar à elite mundial. Mas tenho certeza de que com obstinação, honestidade e profissionalismo, um dia chegaremos lá", declarou o profissional.

Guilherme Corrêa conquistou o direito de representar o Brasil no Mejor Sommelier de las Américas após vencer, em São Paulo, no último dia 21 de março, o VII Concurso Nacional de Sommeliers, promovido pela Associação Brasileira de Sommeliers – ABS. Com a vitória em São Paulo, ele tornou-se sommelier bicampeão brasileiro. Ele já havia vencido o concurso anterior da ABS, realizado em 2006 no Rio de Janeiro. A conquista do bicampeonato, no Brasil, deu também a ele o passaporte para concorrer ao posto de melhor sommelier do mundo, no concurso que será promovido pela AIS, no ano que vem, no Chile.

Fonte: João Lombardo/Assessor de Comunicação da importadora Decanter